quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Vida-vida: BORBOLETA

Toda lagarta vira borboleta?

Desde pequeninho, quem nunca teve a curiosidade de saber como nasce uma borboleta? Sim toda lagarta deve virar uma borboleta. E sabia que ela passa por vários estágios? São eles, ovo, lagarta, pupa e, por fim, borboleta. Tudo começa quando as borboletas fêmeas colocam ovos em plantinhas chamadas de hospedeiras. Cada espécie escolhe um tipo de vegetação para deixar seus pequenos ovos. Depois de escolhida a planta, são depositados os ovinhos, e a plantinha vai virar refeição das lagartas-bebês que sairão dos ovos.

Depois de cinco a 15 dias (dependendo da espécie), ao sair dos ovos, as pequenas lagartas ou larvas irão se alimentar de muitas folhas (sim, elas comem as suas plantinhas preferidas!). Elas comem muito, a fim de guardar energia suficiente para a difícil tarefa de passar pelo processo chamado de metamorfose: a transformação da lagarta em borboleta.
Um dia, cerca de um a oito meses depois, após encher-se de muitas folhinhas e alimentar-se bem, a lagartinha se recolhe e fica de cabeça para baixo num galho ou folha. Ali ela passa um bom tempo, de uma a três semanas. E vai tecendo seu casulo sedoso em volta de si, até virar uma crisálida brilhante.
Quando está toda formada, a lagarta rompe seu casulo e, enfim, se transforma em borboleta, chegando à fase adulta. Dali em diante, ela passa a alimentar-se de néctar de flores e frutos em decomposição. Ela pode viver de cinco dias a um ano, dependendo da espécie.

sábado, 15 de agosto de 2015

DISTÚRBIOS DO SONO:

Distúrbios como insônia e apneia do sono são extremamente comuns na população geral, porém, o que muitas pessoas não sabem é a influência que estes problemas têm em nossa cognição.
O sono é uma etapa crítica para o cérebro acumular e guardar informações assimiladas durante a vigília. Assim, transtornos do sono levam à queixas cognitivas.
Cognição é um conjunto de funções mentais superiores como atenção, memória, percepção visuoespacial, linguagem, capacidade de resolver problemas, planejamento e estratégia, entre outras. A cognição permite ao ser humano interagir socialmente e assimilar habilidades de diversas naturezas ao longo da vida, colocando-as em prática.
O sono é dividido em ciclos que se alternam: não-REM (sono de ondas lentas) e REM. Na fase REM ocorre a assimilação/aprendizado/memorização do que foi aprendido durante o dia, ou seja, esta é uma etapa fundamental para que se tenha uma boa memória.
A insônia é o distúrbio do sono mais comum. Normalmente os indivíduos com este problema têm dificuldade para iniciar ou manter o sono. Como todo problema relacionado ao sono, parte das consequências são observadas durante o dia. Assim, quando verificamos que um indivíduo com insônia não tem a quantidade necessária de sono REM (sono de ondas rápidas) podem ocorrer queixas cognitivas como "memória ruim" ou "desatenção". Irritabilidade fadiga também são comuns.
Já na apneia obstrutiva do sono, o ambiente crônico de hipóxia (diminuição das taxas de oxigênio) que ocorre durante a noite, leva o indivíduo a apresentar inúmeros microdespertares, o que impede uma arquitetura normal do sono. As consequências são sonolência excessiva durante o dia e, de novo, queixas cognitivas como falta de concentração e memória.
Não bastasse os problemas do sono levarem a queixas cognitivas, pacientes com doenças neurodegenerativas, como Alzheimer, também podem apresentar transtornos do sono. Isto leva a um ciclo vicioso onde o problema do sono prejudica a cognição em um indivíduo que já tem disfunção cognitiva.
Em resumo, o sono é uma etapa crítica para o cérebro acumular e guardar informações assimiladas durante a vigília. Assim, transtornos do sono levam à queixas cognitivas e a busca por estes problemas, especialmente em pacientes mais jovens com "memória" ou "atenção" ruins, sintomas que precisam ser investigados.
[Dr. Andre Felicio - Internet]

sexta-feira, 17 de julho de 2015

VITAMINA A: IMPORTÂNCIA

 
A vitamina A é eficaz contra a acne, SIM! Ela protege o corpo contra as principais infeções. Além disso a vitamina A também é uma excelente aliada para a visão.

Além de ser um poderoso aliado contra cardiovasculares, artrite, catarata e ATÉ MESMO o câncer.
Conheça os alimentos fontes de vitamina A, veja quais são os alimentos mais ricos e quanto de vitamina A é indicado por dia.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

SEXO: contradições e situações

É indicado fazer sexo durante a gravidez?
Dá para fazer sexo durante a menstruação?
Algumas situações que geram dúvida sobre se é possível ou não fazer sem maiores problemas. Confira quando ele está liberado e em quais momentos é melhor esperar.


1. Sexo durante a menstruação

Se ambas as partes forem saudáveis, não há uma contraindicação real, principalmente nos casos de relacionamento duradouros e monogâmicos. E esse risco se estende não só para o sexo envolvendo penetração, como também para relações orais, que podem ser praticadas durante a menstruação com os devidos cuidados.

Há casos em que a pessoa se sente desconfortável com a presença do sangue, e por isso evita o ato sexual nesse período. A situação deve ser discutida entre o casal, que optará ou não por manter as relações.

Também é contraindicado dispensar a camisinha. "Quando mulher está menstruada ela libera sangue, facilitando a transmissão de doenças pela corrente sanguínea, como HIV e sífilis", lembra Sylvia. "Ela também está suscetível a contrair algum tipo de infecção, uma vez que os vasos da região estão mais sensíveis", completa.

Quando o assunto é sexo durante o período menstrual, logo surge a pergunta: é possível engravidar durante a menstruação? A resposta é não. Segundo a ginecologista e sexóloga Sylvia Cavalcanti, presidente da Comissão de Sexologia da Federação Brasileira de Ginecologia a Obstetrícia (FEBRASGO), a menstruação é decorrente da descamação do endométrio, que fica inapropriado para receber o feto, além de não haver ovulação nesse período. "Mas as pessoas às vezes confundem pequenos sangramentos intermenstruais com menstruação, e estes podem inclusive ser sangramentos ovulatórios", afirma. Dessa forma, se uma mulher fizer sexo durante a menstruação ela não vai engravidar, mas é necessário ficar atenta ao tipo de sangramento. Se for um sangramento ovulatório, por exemplo, é o momento mais propício para a gravidez. Também pode ser o caso de feridas, fissuras ou doenças mais graves, que devem ser investigadas.

2. Quando sexo causa dor

Afetando predominantemente mulheres, a dor durante o sexo também pode ser chamada de dispareunia. De acordo com o ginecologista Fábio Rosito, do laboratório Salomão Zoppi Diagnósticos, o quadro pode ser motivado por fatores orgânicos, como infecções bacterianas, feridas na região da vulva e endometriose, mas também pode ser uma consequência de questões psicológicas, como traumas, insegurança, falta de desejo sexual e problemas com relação à sexualidade. "De qualquer forma, a dor durante o sexo deve ser investigada", diz. 
Homens também podem sofrer com a dor durante o ato sexual, porém é menos comum. As principais causas incluem infecções, fissuras e feridas na região genital, que podem ser uma consequência do atrito ou então doenças sexualmente transmissíveis. Apesar de ser menos comum, a dor peniana durante o sexo também deve ser investigada.

O sexo anal também não deve causar dor em todas as relações, afirma o urologista Augusto Cunha Campos Gonçalves, do Hospital Belo Horizonte. "Tomar certos cuidados evita a dor, como o uso de lubrificantes e estar com o corpo relaxado, sem tensões." O casal deve estar em sintonia e confortável com a situação, garantindo o prazer do ato para as duas partes.


3. Sexo durante uma infecção urinária

"Mulheres com infecções urinárias dificilmente conseguiriam manter relações sexuais por conta da dor", diz a ginecologista Salete Rios, na Universidade de Brasília. A vagina é muito próxima da uretra, ambas são divididas por apenas um músculo. Então durante o próprio ato sexual há traumatismo da uretra. "Se a pessoa já tem uma propensão ou está com baixa imunidade, o próprio ato sexual causa infecções de repetição", lembra a sexóloga Sylvia. O ato sexual, principalmente quando exagerado, pode causar uma laceração na estrutura na uretra, que intensifica a dor e atrapalha a cura da infecção. "A recomendação é interromper as relações durante o tratamento, que no geral dura três dias", conta Sylvia.

4. Sexo sem fazer higiene íntima

Muito se fala sobre a higiene íntima após o ato sexual - entretanto, a higiene também é necessária para iniciá-lo. "Às vezes uma relação simples pode transmitir uma infecção, que nem sempre são DSTs", diz Sylvia Cavalcanti. Substâncias como suor e secreções se fazem mais presente quando não há higiene íntima adequada, facilitando infecções. "Há também micro-organismos podem conviver normalmente no corpo de algumas pessoas e serem nocivos para outras, e essa troca pode ser problemática", completa a especialista, afirmando que o uso do preservativo já contribui para reduzir esse risco. A limpeza também não precisa ser feita imediatamente antes do sexo, basta garantir que a área íntima está higienizada. "Os sabonetes neutros são os mais indicados, a exemplo do sabão de coco."

5. Sexo durante tratamento para DSTs

"O ideal é suspender a atividade sexual durante o tratamento de DSTs", explica a ginecologista Salete. Primeiro para evitar a transmissão, uma vez que o paciente ainda está carregando o vírus ou bactéria no corpo, segundo porque o tratamento pode comprometer a imunidade, e o sexo apenas agravaria esse quadro, dificultando a recuperação.

6. Sexo durante a gravidez

Sexo durante a gravidez ainda é um tabu entre muitos casais. Principalmente no terceiro trimestre, quando a barriga já cresceu consideravelmente, há o medo de machucar o bebê ou estourar a bolsa antes da hora - contudo, a penetração não é suficiente para alcançar ou machucar o bebê. Inclusive, as mudanças hormonais podem aumentar o desejo sexual, e o ato pode estreitar os laços do casal nesse momento. "Geralmente, a grávida se sente confortável para transar a partir do terceiro mês, quando os enjoos e dores tendem a desaparecer", conta Sylvia Cavalcanti.

Existem posições mais indicadas para cada fase da gravidez, considerando principalmente o crescimento da barriga e o incômodo que ela pode causar para o casal. "Mas essas regras não valem para mulheres com gravidez de risco, e a prática sexual é totalmente contraindicadas caso exista chance de aborto ou de parto prematuro, uma vez que atividade intensa do ato sexual pode agravar esse risco", afirma a especialista.

7. Sexo com a imunidade baixa

Todo mundo que é imunodeprimido tem mais risco de pegar infecções em qualquer contato, não só o sexual. As principais causas de baixa imunidade são o uso de corticoide, gravidez e infecção por HIV, e nesses casos é mais do que recomendado o uso da camisinha. Mas doenças mais leves, como gripe ou dengue, também pedem a atenção com a atividade sexual, uma vez que o esforço físico pode dificultar a recuperação. Segundo os especialistas, a própria indisposição causada pela doença também pode ser um impeditivo para o sexo.

8. Sexo com feridas ou fissuras na região íntima

"Em casos de feridas o fissuras, o ideal é suspender a atividade sexual", alerta o urologista Augusto. Evitar roupas que friccionem o local durante a cicatrização, manter a higiene da área com atenção redobrada e acompanhar a ferida de perto são outras medidas. Excluídos os casos decorrentes do atrito ou depilação, as fissuras na vulva, ânus ou pênis podem acontecer pela presença de doenças sexualmente transmissíveis. Caso aconteça algum inchaço, inflamação ou infecção na área afetada, procure ajuda médica.

Fonte: Pesquisa internet.

sábado, 6 de junho de 2015

TIREOIDE - Problemas

tireoide

Quando a tireoide está com algum problema, causa diversos problemas de saúde.

A tireoide é uma das glândulas mais importantes e maiores do nosso corpo. Tem a função de produzir dois hormônios triiodotironina (T3) e tiroxina (T4) que controlam a velocidade com que a maioria das células do organismo humano funcionam, ou seja controlam a velocidade do nosso metabolismo que é o uso ou armazenamento das nossas energias. Essa glândula é controlada por outra glândula chamada hipófise, localizada no cérebro. E é a hipófise que produz o hormônio estimulador da tireoide (TSH), que induz a tireoide a produzir o (T3) e (T4).  Tem a forma de uma borboleta e está localizada na parte inferior do pescoço, logo abaixo da laringe (cordais vocais). O desequilíbrio do funcionamento dessa glândula recebe vários nomes conforme o problema:
Hipotireoidismo: esse distúrbio é causado pela insuficiência na produção de hormônios da tireoide que causa a lentidão no funcionamento da glândula levando o coração a bater mais devagar e ocorrendo mais frequentemente a prisão de ventre também. O tratamento indicado para esse problema se dá por medicamentos na forma de comprimidos, com a finalidade de reposição desses hormônios ausentes no corpo.
Hipertireoidismo: a doença tem como causa a grande produção de hormônios produzidos pela tireoide. Senão for tratado o hipertireoidismo pode levar a outros problemas de saúde. Sendo um deles, muito grave envolvendo o coração. Taquicardia  e insuficiência cardíaca congestiva, incluindo até problemas nos ossos. É mais comum nas mulheres em diferentes idades.
Bócio: Muito conhecido como papo, esse problema é caracterizado no corpo humano pelo aumento do volume da tireoide ou inchaço dessa parte do corpo. O mais comum é causado pela ausência de iodo no organismo e pode ocorrer também pela presença de tumores na glândula.
Hashimoto: é a inflamação da glândula tireoide, tornando-se uma doença autoimune. Sendo causada por um erro do sistema imunológico, onde o próprio organismo produz anticorpos contra as células da tireoide. O tratamento ocorre com a reposição do hormônio conhecido como Levotiroxina, que parou de ser produzido pelo organismo.
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Sintomas

O ritmo do metabolismo orgânico depende diretamente do funcionamento da tireoide, ocasionando muitas vezes a baixa no metabolismo, ou seja, ele se trona lento. Influenciando na velocidade que os alimentos são transformados em energia, diminuindo a queima calórica. fazendo aparecer os quilinhos extras que ninguém deseja ter.
Principais sintomas, fique atendo:
  • O principal sintoma é o ganho de peso diretamente ligado ao hipotireoidismo, mas não é o principal problema;
  • Dificuldade de concentração, diminuição do raciocínio e déficit de memória;
  • Diminuição dos batimentos cardíacos (Bradicardia);
  • Distúrbios do ciclo menstrual (podendo variar o sangramento e até causar a parada);
  • Inchaço por causa do acúmulo de proteínas na pele e músculos;
  • Em crianças pode ocorrer baixa estatura (compromete o crescimento);
  • Indisposição;
  • Sono excessivo;
  • Depressão;
  • Anemia;
  • Apatia.
  • Dentre outros (unhas frágeis, baixo libido, pele seca, prisão de ventre, mau humor, queda de cabelo, etc…)

sobrepeso

Exames

Os exames que freqüentemente são pedidos para avaliar os distúrbios da glândula tireoide são:
  • Dosagem de hormônios tireoidianos e (TSH): Normalmente são solicitados o (TSH) e o (T4) livre, que serão os hormônios que mais influenciarão nas decisões clínicas. Eles avaliam a função da glândula tireoide sendo que o TSH elevado indica hipotireoidismo e o TSH diminuído indica hipertireoidismo. Em algumas situações são solicitados o (T4) total, (T3) total e o (T3) livre.
  • Dosagem de anticorpos tireoidianos: São solicitados para avaliar a presença de algumas doenças autoimunes da tireoide como a tireoidite de Hashimoto, a tireoidite subaguda e a Doença de Graves (hipertireoidismo). São eles o anticorpo anti peroxidase (Ac TPO), anticorpo anti-tireoglobulina (AC TG) e Anticorpo anti receptor de TSH (TRAB).
  • Ultrasson de tireoide: É extremamente importante para avaliar a presença de nódulos tireoidianos, principalmente os não palpáveis. Informações como tamanho, localização dentro da glândula e características dos nódulos norteiam a decisões cirúrgicas assim como servem para o acompanhamento clínico dos mesmos. O Doppler associado ao ultrasson fornece informações sobre a vascularização dos nódulos , que podem aumentar as suspeitas de malignidade.
  • Biópsia por punção aspirativa com agulha fina (PAAF): Exame fundamental para se tomar a decisão de se realizar a cirurgia de tireoide, pois é o mais sensível para detectar malignidade. O exame consiste em colher células dos nódulos tireoidianos através de uma punção com agulha orientada ou não por ultra-sonografia. Basicamente, os resultados podem ser benignos (bócio coloide, bócio adenomatoso, tireoidite crônica linfocitária, cisto coloide), malignos (carcinoma papilífero, carcinoma medular ou anaplásico) ou suspeitos (padrão folicular, padrão folicular com células oncocíticas ou Hürthle, padrão papilífero). Tanto os resultados malignos como os resultados suspeitos normalmente são indicativos de cirurgia por suspeita de ser um câncer de tireoide. Em muitas situações, somente a ressecção e posterior análise anátomo-patológica do nódulo é que vai determinar se o nódulo é de fato maligno ou não.
  • Cintilografia de tireoide: É um exame menos solicitado hoje em dia. Ele avalia aspectos funcionais da glândula e costuma classificar os nódulos em quente, frios ou mornos. Antigamente os nódulos frios eram tidos como suspeitos de câncer. Esta classificação é pouco útil atualmente para avaliar malignidade já que a punção por agulha fina é um exame muito mais sensível e especifico.
  • Raio X cervical: este exame serve para avaliar se a tireoide esta causando compressão e desvio das estruturas cervicais como a traqueia. Tireoides de tamanho aumentado podem comprimir a traqueia ou ter crescimento para o tórax (bócios mergulhantes).
  • Tomografia Computadorizada e Ressonância Nuclear Magnética: Não são solicitados de rotina. São úteis em bócios volumosos e mergulhantes, e para avaliar possíveis invasões de estruturas adjacentes em casos de câncer de tireoide avançados. Neste último, é preferido a ressonância nuclear a tomografia pelo fato da primeira não utilizar contraste iodado, o que pode retardar o tratamento com Iodo radioativo pós-operatório de cirurgia de câncer de tireoide.
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Alimentação

Da mesma forma que uma boa alimentação ajuda a tratar doenças como colesterol alto, diabetes ou hipertensão, o mesmo ocorre com a tireoide. Mesmo utilizando os medicamentos receitados pelos médicos, a reeducação alimentar e a adoção de outros hábitos de vida saudáveis contribuem de forma significativa. Conheça algum dos alimentos que poderá incluir no cardápio.
1. Hipotireoidismo
Os minerais são fundamentais no funcionamento da tireoide, por exemplo: iodo, selênio, zinco, cobre, manganês, e ferro. E no roll das vitaminas as glândulas precisam de complexo B, C, D, A e E. Sem falar nos ácidos graxos como o ômega 3.
2. Hipertireoidismo
As pessoas que sofrem desse problema precisam ingerir de 15% a 20% mais calorias, mantendo assim a energia e o peso adequados. Os alimentos ricos em proteínas e nutrientes são sempre recomendados, pois mantem o tônus muscular que se desgastam com o metabolismo acelerado. Mas não se esqueça que deve ser alimentação saudável (legumes, frutas, verduras e cereais) A vitaminas C e E combatem os danos oxidantes causados pelo hipertireoidismo e o cálcio deve ser complementado por que a doença pode interferir na absorção do mesmo. Sendo necessário ter a vitamina D, magnésio e potássio para que o cálcio seja melhor absorvido.
duvidas
Verdade ou Mito?
1. O autoexame é suficiente para saber se existe algum problema na tireoide?
Não. Ele pode ajudar a encontrar algumas alterações na região do pescoço, como nódulos e o bócio, porém a confirmação de algum problema na glândula só é possível através de exames clínicos, pedidos pelo médico.
2. As doenças causam dor no pescoço?
A maioria das disfunções não causam dor. Somente em alguns casos, como nódulos que crescem rápido ou câncer em estágios mais avançados, o paciente pode apresentar dor.
3. Mulheres com problemas na tireoide podem engravidar?
Sim, porém o distúrbio precisa ser tratado. Sem esse tratamento, as doenças podem levar à infertilidade, tanto nos homens como nas mulheres, além da redução da libido. E durante a gravidez, o acompanhamento médico e o tratamento adequado são importantes, pois há risco de parto prematuro, defeitos neurológicos no bebê e até aborto. O seu médico deve acompanhar todo o processo.
4. Animais de estimação também podem apresentar problema de tireoide?
Sim, e os sintomas são parecidos com os observados nos seres humanos. Nos animais que foram castrados possuem maior probabilidade de desenvolver o hipotireoidismo.
5. É possível ter uma vida saudável após a retirada da tireoide?
Desde que o paciente siga um acompanhamento medicamentoso, a remoção da glândula não afeta a saúde. Os hormônios produzidos por ela podem ser substituídos por alguns remédios, sem que haja qualquer prejuízo para a saúde do indivíduo.
6. Portadores de Síndrome de Down têm mais chances de ter problemas na tireoide?
Sim. Estudos mostram que as chances de desenvolver doenças autoimunes no sistema endócrino são 30% maiores nos portadores da síndrome.
Fonte: Pesquisa na Internet

sábado, 4 de abril de 2015

Deficiência de vitaminas:


Sinais indicadores:

O corpo nos dá sinais constantes de que algo está faltando, o mesmo que ocorre com o carro quando está com problemas. É preciso escutar estas chamadas para poder reparar a tempo os desequilíbrios internos. Neste artigo você poderá conhecer os mais estranhos sinais de que estamos com alguma deficiência de vitaminas, assim como conhecer os detalhes das evidências de déficit de cada uma delas.

Hoje em dia, com a dieta que costumamos manter, é muito difícil cobrir todas as necessidades de vitaminas que o corpo precisa diariamente. Não comer o suficiente por estar sempre fazendo algum tipo de regime é outra das causas pelas quais os nossos níveis de vitaminas muitas vezes estão bem abaixo do ideal.

O que acontece quando nos faltam vitaminas?

De acordo com os médicos, não consumir vitaminas diariamente não irá causar doenças em si, mas “preparar o terreno” para que elas apareçam. Ou seja, o corpo terá problemas para cumprir com as suas funções normais. As vitaminas atuam como fatores importantes de todas as reações que ocorrem em nosso organismo. Quando essas vitaminas estão deterioradas, o corpo pode manifestar esta deficiência de maneiras mais que estranhas. E é preciso prestar atenção nele.
Os cinco sinais mais comuns que nos indicam a falta de vitaminas em nossa dieta diária são os seguintes:

Cantos da boca com rachaduras

Quando vemos este sinal no espelho, o provável motivo não é estar envelhecendo rápido demais (ou pelo menos não somente isso), mas sim uma deficiência de vitaminas do grupo B, principalmente a riboflavina (B2), a niacina (B3) e a B12, bem como a falta de ferro e de zinco. Isso costuma ser frequente em pessoas vegetarianas que não seguem uma dieta equilibrada. A solução para os onívoros está em comer mais salmão, ovos, atum e ostras (ou peixes e frutos do mar em geral). Para os que não consomem carne: lentilha, amendoim, tomate seco, sementes de gergelim e acelga. Além disso, é bom ingerir vitamina C para favorecer a absorção de ferro. É aconselhável combinar os alimentos anteriores com brócolis, repolho, pimentão vermelho e couve-flor.

Rosto com erupções cutâneas de cor avermelhada e queda de cabelo em grande quantidade

A deficiência é de zinco. A queda de cabelo é uma causa direta de que nos falta este nutriente, cujo déficit também pode trazer problemas para cicatrizar feridas, manter a pele constantemente ressecada, aparecimento de erupções frequentes, manchas vermelhas na pele e hematomas grandes como resultado de qualquer batida. Também podemos apresentar estes sintomas por uma falta de vitamina B7 (biotina) e do grupo de vitaminas lipossolúveis, ou seja, A, D, E e K.
Se você costuma consumir ovos crus, é provável que tenha problemas com o nível de biotina, já que uma proteína deste alimento a inibe. A solução para este problema é consumir levedura de cerveja, frutas secas, sementes de abóbora, cereais integrais, laticínios, salmão, abacate, couve-flor, champignons, framboesas e bananas.
abacate

Bochechas, braços e coxas com bolinhas vermelhas e brancas parecidas com a acne

Isso ocorre porque faltam ácidos graxos essenciais e vitaminas dos grupos A e D. A Diferentemente da acne, estes grãozinhos são de uma consistência mais “robusta”, costumam doer bastante se tentamos eliminá-los e são como bolinhas de gordura.
A solução para esta deficiência é deixar de consumir tantas gorduras saturadas ou trans e aumentar a ingestão de gorduras do tipo saudável. Acrescente à sua dieta mais salmão, sementes de linhaça, chia e oleaginosas como as nozes e as amêndoas. Se você quiser oferecer mais vitamina A ao seu corpo, coma cenoura, batata e pimentão vermelho. Você estará obtendo betacaroteno.

Mãos e pés com cócegas, formigamento e dormência

A deficiência neste caso é de vitamina B, mais precisamente a B6 (ácido fólico) e a B12. Quando não temos esses nutrientes somos afetados diretamente nos nervos periféricos e nos que terminam na pele. Esses sintomas podem vir acompanhados de depressão, ansiedade, fadiga, anemia e desequilíbrios hormonais. A solução é consumir aspargos, espinafre, feijão, ervilha, ovos e frutos do mar.

Pés, panturrilhas, arcos do pé e parte posterior das pernas com câimbras e dor pulsante

É por falta de potássio, cálcio e magnésio. Talvez somente um deles, talvez os três. Se você começou um treino muito forte recentemente, pode ser que esteja perdendo maior quantidade de minerais e vitaminas solúveis em água (do grupo B) através do suor excessivo. Não deixe de fazer esporte se é disso que você gosta, mas trate de consumir diariamente algum destes alimentos: banana, avelã, amêndoas, abóbora, cereja, maçã, brócolis, couve manteiga, dente de leão e espinafre.
massagem

Carência de cada vitamina e suas consequências

Além destes cinco sinais estranhos de deficiência de vitaminas, podemos nomear outros problemas relacionados a uma dieta desequilibrada.

Vitamina A

Sua falta costuma causar cansaço, má visão durante a noite, mau estado da pele e dos dentes, facilidade para ficar doente e gengivas sangrando.

Vitamina B

  • No caso de faltar vitamina B1, os sintomas são insônia, fadiga, pouca força muscular, depressão, irritabilidade, perda de peso e problemas gastrointestinais e cardíacos.
  • Se a carência é de vitamina B12: olhos avermelhados e doloridos, feridas na boca e língua, cabelo oleoso, dermatite e preguiça.
  • O déficit de vitamina B3 costuma provocar dor de cabeça, falta de energia, mau hálito, nervosismo, úlcera, perda de apetite e problemas gastrointestinais.
  • Se não temos vitamina B5 sentiremos câimbras, cansaço, ardência nos pés, arritmia cardíaca, vontade de vomitar e problemas para dormir.
  • A falta de vitamina B6 provoca insônia, anemia, problemas na pele, queda de cabelo, câimbras e retenção de líquidos.
  • A carência de vitamina B12 causa cansaço, diarreia, problemas de equilíbrio, depressão, perda de apetite, inflamação dos nervos e dor na língua e boca.
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Vitamina C

Quando nos falta esta vitamina, podemos ter problemas para cicatrizar as feridas ou fraturas, sangramento no nariz e gengivas, articulações doloridas e inflamadas, problemas digestivos, anemia e capacidade de formar hematomas.

Vitamina D

O déficit de vitamina D causa fragilidade nos ossos e problemas como o raquitismo, cáries, cálculos renais, debilidade muscular e má absorção de cálcio.

Vitamina E

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A carência desta vitamina provoca anemia, degeneração cardíaca, problemas de fertilidade e nos nervos, diminuição dos reflexos, dificuldade para manter o equilíbrio e para caminhar normalmente.
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segunda-feira, 23 de março de 2015

SONO BOM:





10 passos para dormir melhor (e render mais durante o dia):






Para quem vive na correria, ter uma boa noite de sono vale ouro. Mas, uma vez que a rotina se estabelece, fica difícil enxergar formas de melhorar a qualidade do descanso noturno. Por isso, é importante ficar de olho no próprio comportamento e estar disposto a alterar alguns hábitos prejudiciais à saúde.
De acordo com a médica Fernanda Haddad, coordenadora do Departamento de Medicina do Sono da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial, para ter um sono de qualidade, é preciso atingir adequadamente as duas fases principais, não-REM e REM.
“Não dormir o número adequado de horas por noite e ter distúrbios do sono podem causar fadiga, cansaço, sonolência diurna e sensação de sono não reparador, com impacto desfavorável no rendimento diário e na qualidade de vida”, afirma.
Como no dia 14 de março é celebrado o Dia Mundial do Sono, a especialista indica alguns passos para que se tenha mais disposição ao longo do dia e consiga recarregar as baterias durante a noite.
1- Verifique se seu colchão e travesseiro estão bons
Se você acorda com dores musculares ou nas costas, talvez seja hora de trocar de colchão ou de travesseiro. Para que o sono seja satisfatório, é preciso que o corpo esteja em um ambiente confortável. E o tipo de cama varia de pessoa para pessoa.
2- Preste atenção na sua respiração
Não adianta dormir 8 horas todas as noites se você tem algum problema respiratório do sono. O cansaço vai persistir. “Os principais sintomas diurnos dos pacientes que apresentam distúrbios respiratórios do sono são a sonolência diurna, problemas de concentração e de memória, irritabilidade, dentre outros”, afirma a especialista.
Fernanda ainda afirma que muitas pessoas podem ainda sofrer com despertares durante a noite, micção involuntária, acordar com o próprio ronco ou até acordar com engasgo. Se apresentar alguma dessas características, o melhor é buscar um médico.
3- Tenha horários regulares
De acordo com a médica, ter horários regulares ajuda bastante a criar uma rotina de bom sono. Um adulto precisa, em média, de 7 a 9 horas de descanso por noite e uma rotina que possibilite essa pausa faz toda diferença no dia seguinte. O ideal é ir dormir e acordar sempre na mesma hora, para que o corpo se adapte e não demore demais a desligar.
4- Prepare o quarto
Deixar o quarto escuro e silencioso ajuda bastante no relaxamento para ter uma noite tranquila. Se houver luz dentro do quarto, seja de uma TV, seja de um celular, o organismo entenderá que é dia e o cérebro poderá parar de produzir a melatonina, hormônio que controla o relógio biológico.
5- Evite beber álcool ou produtos com cafeína antes de deitar
As bebidas cafeinadas, como o café, refrigerantes, chá preto e mate, e as alcoólicas atrapalham o sono e, por isso, não é recomendado o consumo antes de dormir. Além delas, comer demais ou ingerir alimentos pesados também pode prejudicar a qualidade do descanso.
6- Chega de TV, celular e computador na cama
Se quiser ter um sono melhor, será preciso renunciar ao hábito de verificar as últimas novidades das redes sociais ou de assistir àquele filme na TV, pelo menos 30 minutos antes da hora programada para dormir. Esse tempo é necessário para que o corpo comece a relaxar e deixe o cansaço natural bater na hora certa.
7- Faça atividades relaxantes antes de ir para a cama
Depois de dar um tempo nos aparelhos tecnológicos, os 30 minutos antes de dormir devem ser dedicados ao relaxamento. Deixar a luz do ambiente mais baixa, ler algo agradável e leve, meditar ou tomar um banho são algumas atitudes que ajudam a dissipar a agitação do dia.
8- Durante o dia, exercite-se e tenha uma boa alimentação
A médica Fernanda Haddad também recomenda fazer exercícios físicos com frequência, para gastar a energia do corpo e manter a saúde. Mas, é importante saber que as atividades físicas devem ser feitas, idealmente, ao longo do dia, e não em horário próximo ao recolhimento, para que o corpo tenha tempo suficiente para se acalmar sem atrapalhar o sono.
9- Controle o estresse
A rotina corrida traz, muitas vezes, não só o cansaço físico, mas também o estresse mental, mas é preciso ter plena consciência de que a sobrecarga do dia pode se refletir entre os lençóis, prejudicando o descanso. Para não deixar que isso aconteça, é necessário refletir bem sobre a própria vida e, se necessário, procurar um psicólogo ou psiquiatra que ajude a lidar com o problema.
10- Cochile depois do almoço, se for preciso
Se a noite de sono não foi suficiente, a médica afirmou que pode ser benéfico tirar um breve cochilo depois do almoço. A soneca pode ajudar a recarregar as baterias, mas é válido ter em mente que ela não resolve o problema central, do sono desregulado.
“Infelizmente, hora de sono perdida não é recuperada, principalmente, quando isso se torna um hábito. O melhor é reavaliar e readequar a rotina”, diz. Segundo Fernanda, a pausa da tarde deve durar de 30 a 40 minutos, no máximo, pois, se for mais longa, pode prejudicar o sono da noite e complicar ainda mais o quadro.